International English Fair 2012

Sejam bem-vindos à primeira Feira Internacional de Língua Inglesa!

O Domínio da Língua Inglesa, atualmente, é uma ferramenta essencial para os brasileiros para que possam ser bem sucedidos no mercado profissional do século 21 em um contexto global. Além do aumento das áreas de turismo e comércio exterior, os governos federal, estadual e municipal estão oferecendo várias maneiras para que pessoas possam vivenciar experiências acadêmicas em outros países. Dentro da região do Vale do São Francisco, uma área que está crescendo rapidamente devido a produção e exportação de frutas, o desenvolvimento da agricultura e o crescimento das instituições de ensino superior, existem muitas oportunidades para o estudo e trabalho no exterior que exigem fluência na língua inglesa. A universalização do idioma inglês no mundo dos negócios e profissional em geral, na área acadêmica e no turismo, tem contribuído para que pessoas de diversas origens e classes sociais sintam a necessidade de ter o domínio do idioma, e obviamente o sertão não pode ficar de fora deste processo.

Para enfatizar esta questão e promover um maior aprendizado da língua inglesa na região, em particular através das instituições públicas, a Universidade Federal do Vale do São Francisco, em parceria com o Consulado dos EUA no Recife, a Secretária de Educação de Pernambuco, e a Prefeitura de Petrolina, estarão realizando a Feira Internacional de Língua Inglesa (Petrolina International English Fair): três dias de palestras, minicursos de inglês, apresentações culturais, eventos esportivos e mesa redonda para membros da comunidade e representantes visitantes dos órgãos que trabalham com a internacionalização dentro do Brasil. Os alvos do evento serão: acentuar a energia que já existe para aprender inglês, informar o público sobre oportunidades para aprender a língua e como estudar no exterior, como também construir parcerias entre instituições públicas e privadas no sentido de melhorar o acesso às aulas de inglês na região.

A Feira acontecerá quinta-feira e sexta-feira, dias 29-30 de novembro no SENAI, e sábado dia 1 de dezembro incluindo uma noite de apresentações culturais na Concha Acústica. Através do apoio da GRE e da Prefeitura de Petrolina, os alunos da rede pública do estado e do município participarão na Feira nos dias 29-30 durante o dia. Membros da comunidade também estão convidados para participar nos mesmos horários, e mais ainda no seminário de palestras e mesa redonda à noite. O evento não tem inscrições; porém, ingressos para as palestras serão dados no evento a partir de das 17h na quinta e sexta.

“O inglês não é mais uma língua somente internacional para pessoas privilegiadas; agora é para todo mundo. Este evento, o primeiro da região, vai mostrar justamente isso,” disse Jeziel Junior da Cruz, Assessor aos Relações Internacionais do Instituto Federal – Sertão Pernambucano e um dos coordenadores da Feira.

A Feira é um esforço em conjunto da UNIVASF com o IF Sertão-PE, UPE – Campus Petrolina e a GRE de Petrolina. Os patrocinadores principais são o Consulado Americano em Recife, a Secretaria de Educação de Pernambuco, a Prefeitura de Petrolina, e a empresa Amazon Fruit Company. A coordenação do evento é composta de representantes de cada instituição de apoio, mais três bolsistas americanas, Cara Snyder, Chelsea Waite, e Laraine Altun. Também estarão presentes os prezados visitantes do Consulado Americano, inclusive a Cônsul dos Estados Unidos para o Nordeste do Brasil, Usha Pitts.

The Petrolina International English Fair will be the first of its kind in the sertão of Pernambuco: a three-day fair and festival with the dual goals of 1) inspiring English learning throughout the region by proving the importance of English as an international language; and 2) showcasing the work of English learners and teachers in a variety of institutions by presenting student projects to the public. To realize the first goal, the event will include lectures on internationalization and study/work abroad opportunities, sports events that emphasize the international exposure Brazil will receive during the upcoming World Cup and Olympics, and student-produced projects that demonstrate how English is or can be used in an increasingly globalized world. These projects are also a crucial component to realize the second goal, as the sheer volume and diversity of projects will show how much motivation already exists to learn English in the region. The bulk of the student-produced projects will come from public high schools, with a smaller portion from private high schools, public and private universities, or for-profit language schools. Finally, teachers from the publicly funded language núcleos will offer free mini-courses in English, showing the high quality of instruction offered by the state’s free language courses.

The realization of this project comes at precisely the right time. Brazil is rising on the world stage as one of the most important diplomatic players, particularly given its dynamic and growing economy, part of which can be traced to the productivity of the São Francisco River Valley and its hub, the city of Petrolina. Inhabitants of this area are being overwhelmed with opportunities to expand their businesses internationally, study abroad through grants like Ciência Sem Fronteiras, or cater to a growing tourist population. Knowledge of English is the key to global citizenship, and the largest obstruction to Petrolina’s success in all these ventures is a widespread and notable lack of English proficiency. The Petrolina International English Fair, coordinated by a team of visionary local leaders and grant-funded American English teachers, has the potential to both highlight the existing motivation of English learners and kick-start an English-learning wave by showing how the language can help the region to achieve its potential.

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One thought on “International English Fair 2012

  1. BRASILEIROS FALAM INGLÊS DE ‘QUALIDADE MUITO BAIXA’, DIZ PESQUISA

    Às vésperas de sediar os dois maiores eventos internacionais do planeta – a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016 – os brasileiros apresentam um dos piores desempenhos ao se comunicar em inglês, revela pesquisa.

    De acordo com o EF English Proficiency Index (EF EPI) de 2012, o país está na 46ª posição em um ranking que considera 54 países. Cerca de 1,7 milhão de pessoas foram testadas, 130 mil das quais no Brasil.

    Os suecos são os mais fluentes em inglês, de acordo com a pesquisa. Dinamarca, Holanda, Finlândia, Noruega, Bélgica, Áustria, Hungria, Alemanha, Polônia e República Checa também dominam o topo do ranking, todos com “proficiência muito alta” ou “alta” em inglês.

    Tanto no resultado geral quanto no relativo a quase toda as regiões pesquisadas, as mulheres apresentam inglês de melhor qualidade do que os homens – no índice geral, elas batem os homens por 53,9 pontos contra 52,14.

    O relatório explica a diferença e faz uma ponderação: “Isto está de acordo com os níveis crescentes de matrículas no ensino superior entre as mulheres, e a tendência em muitos países de estudantes do sexo feminino estarem em maior número nas ciências humanas. Alguns países diferem deste padrão, com homens marcando mais pontos, o que é explicado por amplo hiato de gênero em regiões como Oriente Médio e Norte da África, com pontuação superior a cinco pontos para os homens.”
    Resultado ruim na América Latina

    A América Latina tem um desempenho baixo, e o Brasil fica atrás de Argentina (o melhor colocado na região, único com “proficiência moderada” no continente, e em 20º lugar no ranking geral), Uruguai, Peru, Costa Rica, México, Chile, Venezuela, El Salvador e Equador.

    O relatório do EF EPI ressalta que o chamado analfabetismo funcional – ou seja, a incapacidade de pessoas alfabetizadas entenderem o que está escrito – tem grande influência na posição do Brasil, e constitui-se em um limitador para o aprendizado de línguas, o que explicaria a “proficiência muito baixa”.

    O estudo Pisa, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), constatou em 2009 que na América Latina 48% dos jovens de 15 anos de idade não podem executar tarefas rudimentares em leitura, percentual que sobe para 62% entre os estudantes de baixa renda.

    “Claramente, se as competências de compreensão da língua escrita são escassas, o inglês vai cair no esquecimento”, diz o relatório.

    Vice-presidente sênior da Education First, entidade privada que realiza a pesquisa, Michael Lu afirma que o domínio do inglês está diretamente ligado a inovação e competitividade.

    “Menos inglês significa menores inovação, comércio e receita”, avalia, em entrevista à BBC Brasil. “Educação pública tem um papel importante nisso. E, embora haja mudanças no Brasil, elas são recentes e não sabemos ainda qual será o impacto sobre o aprendizado de inglês”, complementa.

    A pesqusia mostra, por exemplo, que há grandes disparidades entre os BRICs, nações em desenvolvimento que competem para ser as futuras superpotências econômicas. O Brasil está classificado em 46º no EF EPI, muito atrás de China, que aparece em 36º, Rússia, em 29º, ou Índia – onde o Inglês é língua oficial – em 14º.

    “Brasil e China vivem uma situação semelhante. As pessoas não dão muita atenção porque o mercado interno é forte e aparentemente basta a elas negociar internamente, na língua local”, avalia Lu.

    O relatório do EF EPI sugere que a qualidade do inglês falado interfere nas condições econômicas, e lembra que Itália, Grécia e Portugal – países que mais sofrem com a crise europeía – estão entre os piores no ranking na região.
    Rio fala inglês melhor

    No Brasil, a cidade que apresenta a melhor pontuação em inglês é o Rio de Janeiro, seguido por São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. Estas cidades têm “baixa proficiência” em inglês, enquanto o Brasil, como um todo, tem “muito baixa proficiência”.

    Em relação ao ranking de 2011, o Brasil caiu 15 colocações, diferença explicada pela entrada de 10 países na pesquisa, todos com melhor qualidade em Inglês. De um ano para o outro, também houve mudança na metodologia e foi excluída a compreensão da língua falada, o que também afetou negativamente a posição do Brasil.

    Michael Lu informou que a Education First mantém conversas com o Comitê Organizador da Rio 2016 para ajudar no ensino de inglês no Brasil. A entidade já prestou serviços semelhantes em jogos anteriores, como na China e na Rússia.

    Fonte: Da BBC Brasil em Londres, 24 de outubro, 2012

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